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    Um Poema do livro "Os objectos inquietantes" - CHAPÉU

    Postado por Nicolau Saião em 17 junho 2018 às 14:39 0 Comentários

    CHAPÉU

    Serve para quase tudo: para honrar, desonrar

    os planetas, as putas, os homens.

     

    Como uma alma disforme, já foi visto

    esmagado sob o cu de uma duquesa

    sentada num canapé, distante

    e distraída. Como a luz, também pode

    ser uma figura de retórica.

    Levou tiros, rolou

    no pó dos pátios, entrou

    brutal nas sinagogas; e é sempre um elemento

    combinado, composto

    de círculos e recordações. Às vezes

    tira-se o chapéu se a carteira não presta.

    Nunca se concluiu

    se verdadeiramente foge às responsabilidades: contudo

    é animal capaz para o deserto

    de baixo ou de cima

    livre na velha terra dos dicionários

    ou dos cactos. Raramente é tão-só uma ilusão

    ou miragem.

     

    Se nos cai da cabeça

    por mera distracção

    ou golpe de vento

    há sempre alguém que o pise ou o apanhe

    - o chapéu é que já não é o mesmo

    porque entretanto aprendeu muito

    sobre como se comportar em sociedade

    ou na rua.

     

    É muito raro ficar

    na cabeça dos mortos

    ao contrário da camisa

    que é de uso obrigatório. Rola sempre

    para o lado da aurora

    aos arrancos ou com grande doçura

    como uma estrela

    pendurada

     

    num cabide.

     

                                                                   Nicolau Saião

     

    POEMA DESLUMBRAMENTO E FÉ

    Postado por Daniel Cordeiro Costa em 17 junho 2018 às 12:15 0 Comentários

    DESLUMBRAMENTO E FÉ

    Deslumbramento e fé

    Foi assim a conquista,

    A conquista da Mizé

    Amor que se mantém,

    Que se manterá de pé,

    Eternamente…

    Eternamente… Como é!

    Deslumbramento e fé

    Amor que se mantém:

    - A conquista da Mizé

    Eternamente, como é!

    Felicidade absoluta,

    Declaração feliz,

    Feliz porque resoluta

    Assim Deus o quis,

    Merecimento atestado,

    Atestado pelo eterno,

    Pelo eterno Juiz,

    Conduta e a Mizé!

    Deslumbramento e fé

    Amor que se mantém:

    - A conquista da Mizé

    Eternamente, como é!

    Daniel Costa

    Perturbação da Cidadania

    Postado por Diamantino Lourenço R. Bártolo em 16 junho 2018 às 9:07 0 Comentários

    O mundo em geral, e Portugal em particular, têm atravessado crises que, para alguns teóricos dos setores: económico e financeiro, são muito graves e comparáveis a outras situações ocorridas há várias décadas, concretamente à de 1929-30. Grandes empresas industriais, comerciais, da banca e dos serviços, confrontam-se com a possibilidade de fortes retrações dos mercados, diminuição do poder de compra dos cidadãos, falta de liquidez, respetivamente, e ainda o desemprego, para além da deplorável exclusão em vários domínios.

    Por sua vez, os Estados, representados pelos seus Governos, democráticos ou ditatoriais, têm dificuldades em encontrar e implementar soluções que, pelo menos, atenuem as crises, em primeiro lugar para os mais necessitados, fracos e desprotegidos.

    Assiste-se à tentativa de descobrir soluções e implementar medidas que visem “salvar” determinadas instituições, que por diversas razões não teriam acautelado eventuais crises, sempre possíveis de ocorrerem, conforme a história económico-financeira tem demonstrado, ao longo do tempo. O mundo, na sua globalização desenfreada, atingiu o desnorte que, infelizmente, castiga aqueles que não contribuíram para esta falta de rumo.

    Com efeito: «Globalização não representa a simples internacionalização crescente do comércio, que foi um processo presente no império romano e na época dos descobrimentos. É um processo novo por meio do qual operadores poderosos estão escrevendo as regras de governo de uma única economia global. (…). As desigualdades estão crescendo em todos os lugares. Isto é um fato normal quando o capital e as grandes empresas têm prioridade sobre o trabalho e sobre os que estão excluídos no sistema neoliberal» (DENNY, 2003:136-137).

    Ao longo dos últimos anos, diversas instituições (aqui consideradas como autênticas empresas, independentemente do setor em que atuam: comércio, indústria, banca, seguros, serviços e muitas outras), “orgulhavam-se”…

    Continuar

    INCERTEZAS

    Postado por VERA LUCIA CALZA em 12 junho 2018 às 23:55 0 Comentários

     INCERTEZAS

     

     Se encontra o que procura, não se satisfaz

    Continua a busca até perder-se 

    No caminho traçado.

    Perdido em suas contradições.

    Agarra-se   a um futuro incerto

    Ignorando o presente em suas mãos.

    MEUS PERSONAGENS

    Postado por VERA LUCIA CALZA em 12 junho 2018 às 23:27 0 Comentários

                                 

                     MEUS PERSONAGENS

                 

                   Meus  personagens são livres

                   Não se moldam em vigas retas

                   Boas ou más  devem  ter sentimentos   

                   Sem a  frieza do texto científico

                   Ou a objetividade   previsível

     

                  Eu as quero falantes ,imprevisíveis

                  Saltando da seriedade para a ironia

                  Que  oscilam entre o bem e o mal

                  Para não fugir da realidade.

     

                  Devem ser é isentas de   de mim

                  Mesmo  quando uso a primeira pessoa

                  Não escrevo sobre mim ou de mim.

                  Escrevo para  exprimir  reflexões

                  Da minha visão de mundo.

                  Do mundo que me rodeia

                  Que vasto mundo!

                  Ora cheio de cores

                  Outras , simplesmente

                  Preto e branco.

     

     

     

        

               

                 

      

     

             

     

     

     

    DEUS

    Postado por VERA LUCIA CALZA em 12 junho 2018 às 23:12 0 Comentários

                             

    DEUS

    EU O CHAMO DE MEU

    Você , de seu

    Ele nos chama,filhos.

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