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                        O “barba”, aquele “grande sujeito”, morreu!

                        Mas, há uma pequena confusão: eu nunca vi o cidadão!

                        Estava tranquilamente, em meu local de trabalho, quando ali adentrou um colega o qual  consternado falou: “o barba morreu!”

                        Olhei para ele e para não falar: “morreu é?!” Optei por dizer: “o barba morreu?!”

                        Nunca vi o “barba” na minha vida. Não sei se era gordo, magro, homem de bem, homem de mal, honesto, desonesto mas, o que sei foi que morreu...

                        Qual a impressão que fica?

                        A impressão é que sou frio e calculista, por não sentir a morte do “barba”, mas, imagine você, na tranquilidade de seu lar, ser alertado por um vizinho seu,  vindo lhe avisar que seu “José” morreu!

                        A primeira pergunta que surge, não é a vulgarmente conhecida: “nossa, qual a causa?” E sim: “tá, mas quem é o seu José?” Não é assim?!

                        O ser humano é assim!

                        O “barba” fora importante, e isso com certeza, na vida do meu colega desavisado de trabalho, mas, para mim que não o conheço... Deus o tenha!

                        A morte, com certeza causa impacto muito forte nas pessoas. Mas, geralmente nas pessoas onde o círculo de amizade do falecido, teve interação. Com efeito,  por mais fingido que o sujeito seja, por mais solidário que pareça, é difícil sentir qualquer emoção pela morte de alguém que não se conhece, além dos lastimos comuns outorgados aos desconhecidos!

                        Barbudo por barbudo, o OSAMA BIN LADEN, também o era, e acredito que somente sua mãe (se viva à época); seu pai (se vivo à época), sentiram de verdade sua morte!

                        Agora imagine alguém chegasse para você e dissesse: “o OSAMA morreu!

                        Qual seria a maior emoção que partiria de seus sentimentos fúnebres em  relação a esse  fato, por exemplo? No máximo: “morreu é?”

                        Isso servirá também para mim, quando minha morte for anunciada àqueles que nunca me terão visto mais magro, quando disserem para outrem: “você sabia que aquele sujeito que escrevia bobagens, geralmente, metendo o pau nos políticos morreu?” E o “outrem” saboreando uma xícara de café (ou de chá), responderá entusiasticamente: “morreu é?”                                 

 

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